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krisis

Beiträge zur Kritik der Warengesellschaft

Artikel zum Thema »Ohne thematische Zuordnung« von Anselm Jappe

31.12.2005 Beitrag drucken

Quelques bonnes raisons de se libérer du travail

Anselm Jappe

Extrait de la prise de parole d’Anselm Jappe au FSEPB (Forum Social Pays Basque) :

“Il semble aujourd’hui qu’une théorie et une pratique critique de la société actuelle aient surtout la tâche de défendre le travail, de trouver de nouvelles possibilités de créer des postes de travail et de défendre aussi les travailleurs. On pourrait donc se demander quel est le sens d’une expression comme: « se libérer du travail. » En plus, le bon sens commun se demande comment on pourrait bien vivre sans travail. Naturellement il faut toujours travailler, il faut que chacun travaille pour gagner sa vie, à moins d’exploiter les autres. Il semble aussi encore plus évident que la société en tant que telle doit travailler pour trouver ses moyens de vivre. Sans travail rien ne peut exister de ce dont nous avons besoin pour vivre, donc naturellement, si on conçoit la critique du travail en tant que telle, elle n’a pas de sens, et cela reviendrait un peu à critiquer la pression atmosphérique ou la force de gravitation. Le travail est peut-être quelque chose de désagréable mais qui doit toujours exister. On ne peut pas s’en libérer.

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31.12.2003 Beitrag drucken

Les aventures de la marchandise. Pour une nouvelle critique de la valeur

Présentation de l’éditeur

http://www.bief.org/index.cfm?fuseaction=C.Titre&Tid=10887&E=45

31.12.2003 Beitrag drucken

WAREN DIE SITUATIONISTEN DIE LETZTE AVANTGARDE?

Anselm Jappe

Es ist heute Mode, sich auf die Situationisten als die „letzte Avantgarde“ zu beziehen. Das ist einerseits absurd, oder reine Selbstbeweihräucherung, wenn diese Kennzeichnung dazu dient, die Situationisten mit anderen sogenannten Avantgarden der sechziger Jahre, wie Fluxus oder dem Happening, zu verbinden, die von den Situationisten in Wirklichkeit entweder ignoriert oder verachtet wurden. Andere glauben, sie könnten diese Fackel des Avantgardismus gegenwärtigen Kunstströmungen einfach weiterreichen, oder einzelne, aus ihrem Zusammenhang losgelöste Elemente der situationistischen Produktion der ersten Jahre, wie das Détournement (die Zweckentfremdung), die Dérive (das Umherschweifen) oder die Psychogeographie als immer noch interessante Neuigkeiten verkaufen. Andererseits enthält die Charakterisierung der Situationisten als „letzte Avantgarde“ eine unfreiwillige Portion Wahrheit. Die Geschichte der Situationisten, oder jedenfalls die persönliche Guy Debords, hat die historische Verlaufsform der Avantgarden zu ihrem logischen Abschluß geführt. Sie setzt einen Schlußpunkt und beweist gleichzeitig die Unmöglichkeit einer Avantgarde heute. Sie zeigt, daß die Avantgarde keine überhistorische und ewige Kategorie ist, genausowenig wie die Kunst selbst es ist, sondern einem gewissen Moment der Entwicklung der kapitalistischen Gesellschaft angehört.

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31.12.2003 Beitrag drucken

Uma questão de ponto de vista

Anotações a propósito da crítica do Iluminismo

Anselm Jappe

Seria de uma banalidade considerável acusar-se a crítica do Iluminismo de, ela própria, estar ainda apegada ao pensamento iluminista. As diversas variantes desta acusação foram rechaçadas, de um modo assaz convincente, pelo próprio Robert Kurz. Mas existe um ponto em que a crítica do Iluminismo realmente parece permanecer profundamente iluminista, e até mais iluminista que o próprio Iluminismo: estamos a falar do desejo de fazer tábua rasa, do iconoclasmo, da ruptura com todas as tradições. Se apenas podemos “virar as costas, com raiva e nojo, a todo o lixo intelectual do Ocidente” (Robert Kurz, Razão Sangrenta, in: Krisis 25 [2002]), p. 66 [nº 1, 2º §, N.T.]; no que se segue, será citado como RS), o que nos resta é realmente começarmos do zero sem nos podermos basear sobre qualquer coisa que viesse de trás. Assim, também o esquema hegeliano de tese, antítese e síntese vai agora para à lixeira da História, juntamente com todo o resto do pensamento iluminista. É a ruptura pura e dura, a partir de amanhã nada será como dantes. No entanto é precisamente essa suposição que distingue o Iluminismo do século XVIII e os seus prolongamentos que se estendem até ao presente de todas as figuras do pensamento anteriores (se omitirmos algumas, em todo o caso diferentes, ideias religiosas da palingénese e da renovação cíclica do mundo).

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31.12.2003 Beitrag drucken

« La politique n’est pas la solution »

par Anselm Jappe

Même si beaucoup refusent encore de comprendre la logique inexorable qui a conduit à un état du monde si sombre, la conviction se répand que l’économie capitaliste a mis l’humanité devant de grands problèmes. Presque toujours, la première réponse est la suivante : « Il faut retourner à la politique pour donner des règles au marché. Il faut rétablir la démocratie menacée par le pouvoir des multinationales et des Bourses ». Mais la politique et la démocratie sont-elles, vraiment le contraire de l’économie autonomisée, sont-elles capables de la ramener dans ses « justes bornes » ?

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31.12.2002 Beitrag drucken

Wegbereiter der Wertkritik: Roman Rosdolsky

Streifzüge 1/2002

von Anselm Jappe

Es ist eher eine Seltenheit, wenn ein marxistisches Werk 35 Jahre nach seinem Erscheinen noch übersetzt, verkauft, gelesen und diskutiert wird. So geschieht es mit Roman Rosdolskys Zur Entstehungsgeschichte des Marxschen “Kapital”. Der Rohentwurf des Kapital 1857- 1858 . Es ist kürzlich eine Übersetzung in Brasilien erschienen, deren Urheber der bekannte, wenngleich umstrittene Intellektuelle Cesar Benjamin ist. Allein in Fortaleza, wo die Gruppe “Part”, die sich seit längerem für Wertkritik interessiert, den Vertrieb organisiert hat, sind 200 Exemplare weggegangen. Und dabei handelt es sich keinesfalls um eine kurzweilige Lektüre. Aber trotz aller Gelehrsamkeit ist dieses umfangreiche Werk nicht nur als historisches Dokument interessant, sondern bleibt bis heute eine der besten Einführungen in Marx’ Werk; gleichzeitig hat es dazu beigetragen, die theoretischen Grundlagen der Wertkritik zu schaffen.

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31.12.2002 Beitrag drucken

Sobre o livro de Roman Rosdolsky

Especial para o jornal “O POVO” Fortaleza

Anselm Jappe

Ensaísta escreve sobre Gênese e Estrutura de O capital de Karl Marx de Roman Rosdolsky, livro cuja versão em português será lançada em Fortaleza. Trata-se de um guia para a obra de Marx.

É raro nestas épocas, que uma obra marxista seja traduzida, vendida, lida e discutida 34 anos depois da sua primeira publicação. Mas, é exatamente isto que acontece, atualmente no Brasil, com o livro Gênese e estrutura de O capital de Karl Marx, de Roman Rosdolsky. E apesar de se tratar de um livro muito erudito, ele não interessa somente como documento histórico, mas também como um guia atualíssimo para compreender a obra de Marx.

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31.12.2001 Beitrag drucken

Le “choc” des barbaries

Des milliardaires à barbe contre des milliardaires sans barbe

Source : Jungle World (Berlin), 26.9.2001

Anselm Jappe

Les fleuves retournent toujours à la mer et la mondialisation capitaliste se retourne contre son centre, contre le centre de son centre. Quand tout est mondialisé, quand les marchés ne dorment jamais et que les marchandises occidentales pénètrent les derniers recoins du monde, comment s’étonner que la guerre et la terreur n’épargnent plus personne ?

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31.12.2001 Beitrag drucken

DIGAM-NO ATRAVÉS DAS FLORES!

A esquerda italiana parece conformar-se com a previsível vitória eleitoral de Berlusconi.

Anselm Jappe, Roma

Pelo menos de um êxito pode gabar-se a coligação de centro-esquerda que governa a Itália: pela primeira vez, há mais de trinta anos, a legislatura de cinco anos vai regularmente até ao fim, sem realização de eleições antecipadas. Até a coligação permaneceu praticamente inalterada, mesmo que para isso tenham sido necessários quatro governos e, com Romano Prodi, Massimo D’Alema e Giuliano Amato, três diferentes primeiros ministros. De resto o balanço é magro e não oferece mais que a integração da lira na zona do Euro, a privatização das mais importantes empresas públicas, bem como uma reforma escolar.

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31.12.2001 Beitrag drucken

O embate dos bárbaros

Bilionários de barba e bilionários sem barba

Anselm Jappe

Os rios sempre correm para o mar, e a globalização capitalista vai e volta para o seu próprio centro, para o centro do centro. Se tudo está globalizado, se os mercados nunca dormem e as mercadorias ocidentais penetram até nos lugares mais recônditos do mundo, como é que alguém pode se admirar de também a guerra e o terror não pouparem ninguém? É claro que os atentados de Nova Iorque e Washington impressionam pelo número de vítimas, por seu caráter espetacular e pelo desejo incondicional dos autores de praticar a maior carnificina possível. Mas, no fundo, apenas aconteceu nos Estados Unidos aquilo que a grande maioria dos países vem experimentando nos últimos sessenta anos, desde a Guatemala até o Camboja, desde a Sérvia até o Vietnã, desde o Iraque até a Biafra, sem se falar na Segunda Grande Guerra Mundial. Embora se tenha consciência de que 6.000 mortos representam um terrível quadro, não se pode furtar à incômoda sensação de que americanos, ainda mais se trabalharem em Manhattan, ao que parece são mais iguais que outras pessoas.

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31.12.1999 Beitrag drucken

O Passado e o Presente da Teoria (de Debord)

A crítica situacionista no contexto da sua época*

Anselm Jappe

É interessante examinar o lugar da crítica situacionista no interior do pensamento francês moderno, marxista ou não. Ver-se-á o quanto a posição situacionista ia “contra a corrente” na década de 60 mas, também, o quanto estava objectivamente próxima de outras correntes de pensamento.

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31.12.1998 Beitrag drucken

Las sutilezas metafísicas de la mercancía

Anselm Jappe

Mi intervención será bastante distinta de las otras que aquí se lean. Presentarse a un debate sobre la mercancía para polemizar contra la existencia misma de la mercancía puede parecer tan sensato como acudir a un congreso de físicos para protestar contra la existencia del magnetismo o de la gravedad. Por lo general, la existencia de mercancías suele considerarse un hecho enteramente natural, por lo menos en cualquier sociedad medianamente desarrollada, y la sola cuestión que se plantea es qué hacer con ellas. Se puede afirmar, desde luego, que hay gente en el mundo que tiene demasiado pocas mercancías y que habría que darles un poco más, o que algunas mercancías están mal hechas o que contaminan o que son peligrosas. Pero con eso no se dice nada contra la mercancía en cuanto tal. Se puede desaprobar ciertamente el “consumismo” o la “comercialización”, eso es, pedirle a la mercancía que se quede en su sitio y que no invada otros terrenos como, por ejemplo, el cuerpo humano. Pero tales observaciones tienen un sabor moralista y además parecen más bien “anticuadas”, y estar anticuado es el único crimen intelectual que aún existe. Por lo demás, las raras veces que parezca ponerse en tela de juicio la mercancía, la sociedad moderna se precipita a evocar las fechorías de Pol Pot, y se acabó la discusión. La mercancía ha existido siempre y siempre existirá, por mucho que cambie su distribución.

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31.12.1998 Beitrag drucken

Le sottigliezze metafisiche della merce

Testo letto nel simposio Il fascino discreto della merce, in Roma, 8.5.1998. Publicato in Invarianti 31

Anselm Jappe

La merce come problema

Presentarsi a un convegno sulla merce per polemizzare contro l’esistenza stessa della merce può sembrare altrettanto sensato quanto andare a un convegno di fisici per protestare contro l’esistenza del magnetismo, o della forza di gravità. L’esistenza di merci viene generalmente considerata un fatto del tutto naturale, almeno in ogni società un po’ sviluppata, e la questione è solo che cosa farne. Naturalmente si può affermare che alcuni nel mondo hanno troppo poche merci e che bisognerebbe dargliene un po’ di più, o che alcune merci sono malfatte, o che inquinano, o che sono pericolose. Ma questo non dice niente contro la merce in quanto tale. Certo, si può disapprovare il “consumismo” o la “commercializzazione”, cioè ingiungere alla merce di restare al suo posto e di non invadere altri campi, quali il corpo umano. Ma questi rilievi hanno un sapore moralistico e sembrano inoltre piuttosto “datati”, ed essere datati è l’unico crimine intellettuale che tuttora esiste. Oltre a ciò, la società moderna, le rare volte che sente messa in discussione la merce, corre col pensiero subito a Pol Pot, e lì la discussione finisce. La merce è sempre esistita e sempre esisterà, per quanto possa cambiare la sua distribuzione.

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31.12.1998 Beitrag drucken

O mercado absurdo dos homens sem qualidades

Apresentação do Livro de Roberto Kurz “Os Últimos Combates” 4ª Edição 1998 Editora Vozes, Brasil

Anselm Jappe*

O capitalismo está chegando ao fim. A prova: a queda da União Soviética. A base desta análise: a “obscura” crítica do “valor” de um tal de Karl Marx. Será que a luta de classes e a luta pela democracia derrotarão o capitalismo? A luta de classes não foi outra coisa senão o motor do desenvolvimento capitalista e jamais poderá levar à sua superação. A democracia não é o antagonista do capitalismo mas sua forma política, e ambos esgotaram seu papel histórico. A queda dos regimes do Leste não significa o triunfo definitivo da economia de mercado, mas um passo ulterior em direcção ao ocaso da sociedade mundial da mercadoria.

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31.12.1997 Beitrag drucken

Introduzione: L’apoteosi del denaro

Introduzione a Robert Kurz “La fine della politica a l´apoteosi del denaro”, manifesto libri, Roma 1997

Anselm Jappe

La società della merce ha consumato da tempo la sua sostanza tanto economica quanto politica e procede su una sottile lastra di ghiaccio. Si può non essere d’accordo con l’analisi di Kurz in ciò che riguarda i tempi che prevede per il manifestarsi di una crisi catastrofica anche in Europa occidentale, ma sarebbe difficile contestare la sua affermazione secondo cui una formazione sociale almeno bisecolare volge ormai al tramonto, un tramonto non pacifico. Le resistenze che suscita il passaggio all’economia globalizzata e al “nuovo ordine mondiale” sono sotto gli occhi di tutti. Le forze dell’”antagonismo sociale” non hanno più bisogno di escogitare strumenti per mettere in difficoltà il potere e per rompere il consenso che lo circonda. La questione non è più se ci saranno turbolenze che rompono il quieto vivere del “mondo unificato”, ma sapere quale direzione prenderanno. Sono passati i tempi in cui ogni protesta di massa, ogni opposizione all’ordine costituito sembravano quasi automaticamente situarsi in un’ottica di emancipazione sociale e dunque essere degni oggetti dell’entusiasmo della “sinistra”. Gran parte dei moti di protesta sociale, tanto di più fuori d’Europa, non entrano più nei classici schemi di destra e sinistra e finiscono al servizio di chi non ha certo per progetto un’umanità liberata. In questa situazione, la critica sociale assume – potenzialmente – un ruolo mai avuto prima. Le reazioni degli uomini al folle corso dell’economia della merce verso l’abisso non sono affatto programmate, ma dipendono largamente da ciò che essi sanno. E’ assai cinico deplorare la diffusione degli integralismi, del razzismo, dell’estrema destra ecc. se al contempo si dichiara “utopica” o “superata” qualsiasi critica globale di un sistema in cui, evidentemente, per una parte crescente dei suoi abitanti non c’è più posto. E per riprendere il filo di questa critica globale, non c’è bisogno di guardare indietro, di nutrire nostalgia per le mitologie leniniste, di rispolverare i valori della Resistenza, di sventolare disperatamente bandiere rosse, di entusiasmarsi per Che Guevara. In crisi è infatti proprio quella critica sociale che, sia pure come controfaccia, faceva parte integrante del mondo oggi al tramonto.

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31.12.1997 Beitrag drucken

A arte de desmascarar

Um dos principais libelos contra o capitalismo, ”A Sociedade do Espetáculo”

Anselm Jappe

”Sociedade do espetáculo”; esta expressão já está em voga, especialmente ao se falar de televisão; no Brasil, parece se impor mais do que em outros lugares. Poucos porém sabem que na origem este era o título de um livro de Guy Debord, agora traduzido pela primeira vez no Brasil (Ed. Contraponto).

Lançado na França em 1967, ”A Sociedade do Espetáculo” tornou-se inicialmente livro de culto da ala mais extremista do Maio de 68, em Paris; hoje é um clássico em muitos países. Em um prefácio de 1982, o autor sustentava com orgulho que o seu livro não necessitava de nenhuma correção.

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31.12.1997 Beitrag drucken

A DEMOCRACIA, QUE ARAPUCA*!

Anselm Jappe

“Nunca um candidato especulou de modo mais monótono sobre a monotonia das massas”, disse Marx referindo-se a Napoleão III. Inúmeros habitantes da Itália ou do Brasil devem ter tido a mesma sensação quando viram chegar ao poder um Berlusconi ou um Collor de Mello. Poder-se-ia, então, ter a impressão de que a “democracia”, duramente conquistada, tivesse sido anulada de repente, dado que o uso “despolitizante” da mídia e da indústria do entretenimento permite aos poderosos fazerem eleger pelo povo, “democraticamente”, quem bem entenderem. A diferença entre Napoleão III e seus êmulos modernos (1) é que estes construíram sua fortuna política sobre o uso desabusado da mídia e da notoriedade que a televisão confere. Fizeram-no com tal sucesso, que seus adversários passaram a reivindicar em alto e bom som uma partilha equitativa de tais vantagens(2), ao mesmo tempo em que, virtuosamente, declaram que não fica bem vender um homem político como se vende um detergente. A redução da política a “mero espetáculo” é pois, geralmente, criticada um pouco por toda parte e, sobretudo, por quem se vê, momentaneamente, em desvantagem no terreno do confronto. Quem quer aparecer como crítico sério e preocupado com os destinos da sociedade reclama que a “política”, a verdadeira, séria, com p maiúsculo, seja recolocada em seu trono.

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31.12.1996 Beitrag drucken

La Jugoslavia come paradigma

Recensione del libro di Ernst Lohoff: Der Dritte Weg in den Bürgerkrieg (La terza via verso la guerra civile), Horlemann Verlag, Bad Honnef, 1996

Anselm Jappe

Essendo la via albanese verso il capitalismo finita nel caos, si ridesterà forse per un attimo l’interesse per le cause della recente guerra in Jugoslavia – a meno di non volersi accontentare della spiegazione corrente secondo cui si sarebbe trattato semplicemente di un irrazionale odio etnico tra popoli che da secoli si sbranano a vicenda. Ernst Lohoff, di cui Invarianti ha pubblicato in questo numero e in quello precedente un lavoro, ha applicato al caso jugoslavo, con risultati notevoli, gli strumenti critici elaborati da Krisis . Nel suo saggio in Krisis 14, poi allargato fino a diventare un libro pubblicato nel 1996 (Der Dritte Weg in den BürgerkriegLa terza via verso la guerra civile),egli esamina non la lontana preistoria dei popoli jugoslavi, ma l’epoca titoista e soprattutto un periodo quasi mai considerato dai commentatori: il decennio tra la morte di Tito e l’inizio della guerra. In un perfetto equilibrio tra analisi teorica e dettagliata descrizione storica, questo libro si legge come un “giallo” quando segue le tappe del precipitarsi inesorabile del paese balcanico verso la catastrofe finale.

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31.12.1995 Beitrag drucken

Sic transit gloria artis (Português)

O “fim da arte” segundo Theodor W. Adorno e Guy Debord

Anselm Jappe

É difícil, atualmente, eludir a idéia de que o “fim da arte”, proclamado aos quatro ventos e, com não menos ardor, rechaçado durante a década de 60, tenha finalmente ocorrido, embora com alguma dissimulação: “Not with a bang, but with a whimper” (T.S. Eliot). Durante mais de cem anos, a evolução da arte foi identificada a uma sucessão ininterrupta de inovações formais e de “vanguardas” que ampliavam cada vez mais as fronteiras da criação. Porém, após um último período de esplendor – pelo menos aparente – que chega até o início dos anos 70, não se impôs nenhuma nova tendência vanguardista e apenas se observou a repetição de elementos fragmentários, isolados e desvirtuados da arte do passado. A suspeita de que a arte moderna esteja esgotada começa a propagar-se inclusive entre aqueles que, durante muito tempo, a haviam firmemente recusado. O mínimo que se pode dizer é que, há decênios, nada se viu de comparável às revoluções formais do período de 1910 a 1930. Entretanto, se hoje se produzem ou não obras de valor é, com certeza, uma questão discutível; mas dificilmente se encontrará quem ainda veja na arte dos últimos anos a “manifestação sensível da idéia” ou, pelo menos, uma expressão tão consciente e concentrada de sua época como foram a literatura, as artes visuais e a música das primeiras décadas do século.

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31.12.1994 Beitrag drucken

Introduzione

Anselm Jappe

Il capitalismo sta per finire. La prova: il crollo dell’Unione sovietica. Base dell’analisi: la critica “oscura” che un certo Karl Marx rivolse al “valore”.

Saranno la lotta di classe e la lotta per la democrazia a vincere il capitalismo? La lotta di classe non è stata altro che il motore dello sviluppo capitalistico, e non ne potrà mai scaturire un suo superamento. La democrazia non è l’antagonista del capitalismo, ma la sua forma politica, e ambedue hanno esaurito il loro ruolo storico.

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31.12.1993 Beitrag drucken

Recensione

Anselm Jappe

RECENSIONE DI:

Robert Kurz, Der Kollaps der Modernisierung (Il collasso della modernizzazione), Eichborn, Frankfurt a. M. 1991, p. 288

Robert Kurz, Der Letzte macht das Licht aus (L’ultimo spegne le luci), Tiamat, Berlin 1993, p. 192

Robert Kurz, “Subjektlose Herrschaft” (Dominio senza soggetto), p. 79, in: Krisis nr. 13, dicembre 1993

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